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Como faço para comprar as mudas?

Você pode comprar as mudas diretamente nesse site clicando no banner acima, enviando email ou através dos nossos telefones.

O Sitio da Mata envia as mudas ou é necessário retira-las?

Enviamos as mudas semanalmente via SEDEX/PAC, por caminhão ou, se preferir, elas podem ser retiradas em nosso viveiro em Tietê-SP.

Onde fica o viveiro?

O viveiro Sitio da Mata fica localizado em Tiete-SP a 150 Km de São Paulo e escritório em São Paulo, capital na rua Américo Brasiliense, 1827, sala 11.

Todo bambu alastra, invadindo áreas?

Não, bambus são divididos em dois grandes grupos: bambus alastrantes ou monopodiais e bambus entouceirantes ou simpodiais.

  • Bambus simpodiais ou entouceirantes não alastram e ficam localizados como moitas ou arvores. Suas raízes e rizomas ficam unidos e em sua maioria são de clima tropical.
  • Bambus alastrante ou monopodiais podem ser facilmente contidos através de canteiros ou trincheiras de não muita profundidade. Bambus alastram de formas diferente dependendo da espécie. Normalmente, quando alastra, os bambus vão em busca de agua.

É verdade que bambu cresce até um metro por dia?

Sim, mas quando a touceira ja estiver adulta. Brotos novos de touceiras adultas crescem até um metro por dia.

Preço para maiores quantidades tem desconto?

Sim, para maiores quantidades, oferecemos até 65% de desconto. No caso de 300 mudas, por exemplo, o desconto é de 25%.



Como enviamos as mudas?

Enviamos as mudas em caixas grandes via SEDEX ou caminhão. No caso do SEDEX, veja nossa metodologia clicando aqui. 



Qual o tamanho das mudas?

Temos mudas de 30 cm até 3 metros de altura, dependendo da espécie.

As mudas tem garantia?

Damos total garantia das mudas que enviamos. No caso de alguma muda morrer, pedimos fotos para entender o que ocorreu e enviamos novamente sem custos para o cliente. 


Qual tamanho das mudas enviadas via SEDEX?

Para SEDEX, enviamos mudas com 30 até 60˜80 cm de altura. Dependendo da espécie, podamos para o acondicionamento na caixa, mas na próxima brotação os bambus já atingirão a altura original. 



Quanto tempo demora para chegar o SEDEX
? 

Para capitais o SEDEX chega em 2 dias e interior 3 dias. Sempre enviamos na segundas ou terças de cada semana. 



Quais espécies são boas para cerca viva?

Veja acima no site informações sobre cerca viva clicando no banner principal.

Qual o tempo de crescimento dos bambus?

Os bambus de grande porte podem atingir até três metros no primeiro ano, cinco ou mais no segundo e oito metros no terceiro. No quinto ano o bambu ja estará em sua maturidade com 13 metros ou mais, dependendo da espécie. 
O tempo de crescimento vai variar em função das chuvas, temperatura e adubação. 



Bambu atrai cobras e aranhas?

Não, folclore. 



Bambu necessita de muita agua?

A maioria das espécies que trabalhamos vão bem entre 1000 e 2000 mm por ano. Para se ter uma base, em Brasília a media de chuvas é de 1.500 mm/ano. 



Bambu seca o terreno depois de adulto?

Não, na verdade o bambu faz bem para terrenos degradados colaborando para o ressurgimento de antigas nascentes. 



Bambu pode ficar em contato direto com a agua?

Aconselhamos o distanciamento de 1,5 metros de lagos e rios. O contato direto com a agua pode apodrecer os rizomas (parte subterrânea) e colmos.


Veja abaixo explicação detalhada dos bambus (morfologia)

O bambu é constituído pelas seguintes partes: rizomas, colmos, ramos e as folhas. A planta pode também apresentar flores ou frutos, por vezes os dois simultaneamente.


Rizomas são caules subterrâneos, com nós regularmente espaçados. É nestes nós que crescem os rebentos que, ao desenvolverem-se, podem dar origem a novos rizomas ou caules aéreos. É a natureza destes rizomas que determinara o comportamento e o aspecto do bambu.

As raízes podem ser mais ou menos ramificadas, mas sempre de diâmetro pequeno (alguns milímetros). A sua função é captar alimento para a planta, fornecendo-lhe nutrientes e absorver a água existente no solo. As raízes nascem nos nós dos rizomas. Uma outra espécie de raízes localiza-se na base dos caules, tendo como principal tarefa a fixação da planta ao solo, impedindo que oscile sob o peso da folhagem ou pela ação do vento. Estas raízes começam e desenvolver-se logo que o jovem broto sai da terra.

Colmos têm origem num broto do rizoma nascido debaixo da terra e que cresceu na vertical. Como os rizomas, estes colmos são maciços nos nós e geralmente ocos nos entrenós. Há variedades em que os colmos não se apresentam ocos: diz-se então que se trata de bambus machos, sem que tenha a ver com a sexualidade. Os brotos, emergem dos nós, desenvolvem-se em ramos, cujas folhas se agrupam de forma mais ou menos densa nos respectivos nós.

Segue desenho ilustrativo de um colmo de bambu e suas partes:

 

Os galhos desenvolvem-se a partir do caule, sempre a partir dos nós e ramificam-se para sustentar as folhas. O número de galhos, inseridos em cada um dos nós, pode constituir uma importante indicação para a determinação dos diversos gêneros (os Phyllostachys apresentam invariavelmente dois galhos em cada nó). Os galhos apresentam o mesmo aspecto segmentado que caracteriza os caules e os rizomas.

As folhas sustentadas pelos galhos, têm fundamentalmente por missão permitir a função clorofilina. Nos bambus existem outros tipos de folhas, de características muito peculiares. As folhas envolvem o broto antes mesmo de ele sair do solo, estando já presentes desde a fase de crescimento do broto. A sua principal função é proteger o jovem broto. Cada bainha protege o entrenós. Poucos dias depois do entrenós terminar seu crescimento, a sua consistência passa da de uma batata à de um coco. Tendo perdido a sua utilidade, a bainha destaca-se e acaba por cair.

As flores são muito raras nos bambus. Uma mesma touceira pode ficar décadas sem florir. Quando a floração finalmente se desencadeia pode ser generalizada, ou seja, verifica-se em todos os bambus da mesma geração, independente do local do mundo onde se tenha desenvolvido. Estas florações são por vezes extremamente abundantes. Infelizmente, a floração pode ser-lhes fatal. Esgotando as reservas da planta para desenvolver as flores, o tronco pode não se restabelecer do esforço. Felizmente, às flores sucedem os frutos, e , a estes, as sementes.

Solo e água:

O bambu necessita de água, mas também não tolera água em excesso. Poucos bambus se desenvolvem em terrenos alagadiços. Apenas a Arundinaria gigantea, Phyllostachys heteroclara e o Guadua angustofólia Kunth poderiam se adaptar a pântanos e regiões alagadas. No restante das variedades, é essencial que os rizomas possam respirar. 

Desde que se encontrem firmemente implantados, quase todos os bambus resistem a seca. Submetido a condições adversas, o bambu luta contra a evaporação enrolando as folhas em torno da nervura principal. Este estado pode manter-se ao longo de varias semanas, ou mesmo meses, desde que as raízes possam captar no solo a umidade necessária. Logo que a água reaparece, as folhas voltam ao normal e a planta recupera sua beleza. Porém haverá conseqüência no ano seguinte: ao longo deste período não houve acumulação de reservas destinadas aos futuros brotos. O mesmo não ocorre com bambus envasados, em canteiros ou recentemente plantados. Nestes casos, o volume de solo explorado pelas raízes não é ainda suficiente para satisfazer as necessidades de água da planta para além de alguns dias. Sendo assim, desde que não chova, é indispensável regar a planta.

O solo ideal para a maior parte dos bambus tem que ser macio, leve, filtrante, bem dotado de matéria orgânica e nutrientes, e dispor de boa capacidade de retenção de água. A qualidade do solo é um fator importante, mas não essencial: as vezes uma simples terra de jardim é mais do que suficiente, enquanto em outros casos, terras consideradas pobres produzem excelentes resultados. O importante é garantir que o bambu não venha a encontrar condições fatais (excesso de água). Não é tanto a falta de água que mata a planta, mas sim a falta de ar que a asfixia.

Tal como acontece com muitas outras plantas, os solos com elevado grau de salinidade não convêm aos bambus. O bambu também não aprecia muito o excesso de calcário, preferindo solos neutros ou ácidos. O acentuado amarelecimento da folhagem em solo calcário é um sinal de clorose. A adição de quelato de ferro faz com que as plantas reverdeçam, mesmo as mais gravemente atingidas.

Apesar do bambu de conformar com solos pobres, o seu crescimento reflete claramente a ausência de nutrientes do solo uma vez que o bambu terá que ser bem alimentado. Neste casos há que recorrer a adubos(de preferência adubos orgânicos), para que as plantas se tornem vigorosas. Pode-se usar também o NPK(de preferência o 10x10x10).

Clima

Com relação aos climas nos quais se desenvolvem os bambus, podem dividir-se em duas categorias: os bambus tropicais e bambus temperados.

Em lugares frios os bambus tropicais jamais poderão ser cultivados ao ar livre. E mesmo nessas regiões tem-se que selecionar as variedades mais rústicas. O Bambusa Multiplex incluem-se entre os tropicais mais resistentes ao frio. Esta variedade consegue suportar 7 graus negativos.